
Não jogue fora sua cabeça - você ainda vai precisar dela!
A. W. Tozer
“Eu estou preocupado com as tentativas de alguns evangélicos de equiparar o Cristianismo com o estudo, com a filosofia e com a ciência.”
Há um grande mal-entendido no Cristianismo de hoje sobre o valor dos esforços humanos e sobre a habilidade humana em relação ao conhecimento de Deus e à comunhão com Ele como o Seu rebanho nesta terra.
Se você tem um anseio por Deus, e pensa que pode, por meio da meditação e da reflexão, saciar esse desejo de comunhão, você está completamente enganado. Essa é uma fome que não se sacia por meio de esforços humanos, e nosso esforço não pode concentrar-se nem em nossa capacidade mental nem em nossa imaginação, porque em tudo isso existe um elemento de “desconhecimento”, um profundo e divino abismo da Divindade. Não devemos nos atrever a nos contentar com nada menos do que isso!
É por essa razão que me preocupo com as tentativas de alguns evangélicos de equiparar o Cristianismo com o estudo, com a filosofia e com a ciência. Se eles continuarem em seus caminhos cegos, por fim se encontrarão no campo dos liberais e debaixo da fria reprovação do Deus Altíssimo.
Muitos deles, aparentemente, não percebem o fato que o Espírito de Deus jamais prometeu encher a cabeça do homem. A promessa é que Deus encherá o coração, o ser interior do homem. A Palavra de Deus deixa bem claro que a igreja de Jesus Cristo jamais haverá de operar e ministrar e prosperar pelo acúmulo de conhecimento no cérebro dos crentes, mas pelo ardente e vigoroso amor a Deus, e pela compaixão que flui deles.
Agora, não jogue fora a sua cabeça — você ainda vai precisar dela! Eu estou convencido de que Deus deixa bem claro que, dentre todas as criaturas da terra, somente o homem foi criado de tal forma que pode conhecer plenamente os fatos sobre a terra e sobre todas as maravilhas e glórias que ela contém. Eu creio que, por meio da graça, o homem pode conseguir pleno conhecimento mesmo sobre as obras de Deus — mas isso com certeza não significa que nós O encontramos e conhecemos e amamos por meio dos processos e da sabedoria humanos.
É completamente inútil tentar alcançar o conhecimento de Deus por meio do pensamento, pois Ele está além da nossa capacidade de pensar e visualizar. Isso não significa que é impossível pensarmos sobre Ele — mas significa que não podemos, por meio do pensamento, acercar-nos dele, ter comunhão com Ele, chegar a Ele!
Podemos ilustrar isso com um dos perigos do nosso tempo. Por exemplo, um jovem tem fome de conhecer a Deus e talvez de trabalhar no ministério. Ele se dirige a um professor, que lhe diz: “Vamos conversar sobre esse assunto”. Depois de conversarem, esse jovem sai dali dizendo: “Muito obrigado, doutor!” Ele pensa que está tudo resolvido, mas na verdade não recebeu coisa alguma. O ensino que ele recebeu foi só mental, mas seu coração não foi saciado, e ele sai dali ainda faminto.
Se não estamos enamorados pelo próprio Cristo, se estamos satisfeitos apenas com um conhecimento das obras de Deus e dos sistemas de teologia, a nossa fome de Deus ainda não foi saciada.
Ora, eu sei que existe um elemento intelectual no evangelho, visto que um dos atributos da divindade é o intelecto. Esse elemento nós chamamos de teologia ou doutrina. O pensamento humano pode ocupar-se com a teologia e com a doutrina. Quando estão em seu devido lugar, essas coisas são necessárias e corretas, mas é necessária uma busca do coração e de todo o ser, que transcende o intelecto.
Um hino antigo diz assim: “O Espírito sopra sobre a Palavra e traz à luz a verdade”. Quanto maior glória nós descobrimos nas Escrituras quando o Espírito sopra sobre elas! É possível “ensinar” as Escrituras meramente como uma exposição intelectual, e se não permitimos que o Espírito sopre a vida de Deus sobre a verdade, nosso ensino será inútil, e talvez até mesmo nocivo.
Conheça o próprio Deus
Quando nós cantamos: “Além da página sagrada, eu busco a Ti, Senhor”, não estamos querendo dizer que estamos à procura dele em oposição ou à parte da Palavra de Deus. A Bíblia Sagrada não deve ser um substituto para Deus, embora isso tenha acontecido com milhões de pessoas. A Bíblia não tem por objetivo ser um fim em si mesma, mas apenas um meio para o fim, que é conhecer o próprio Deus.
Em nossos dias, há muitos crentes que se contentam em conhecer o texto, e possuir o texto; eles deduzem que, pelo fato de possuirmos o texto, com toda certeza nós temos também a experiência.
A experiência de Deus dentro do crente resulta forçosamente do texto, mas é possível possuir o texto sem possuir a experiência!
Podemos ilustrar isso de forma simples e clara. Suponha que um homem muito rico morra e deixe um testamento, cujo texto cede todos os seus milhões ao seu único filho. Assim, o filho e herdeiro recebe do advogado o texto do testamento do pai, e anda com ele para todo lado. Ele começa a mendigar pão na rua, esfarrapado e faminto.
Mas quando alguém lhe diz: “Pobre rapaz, a sua situação é lamentável, você está fraco, pálido e parece doente”, o herdeiro da fortuna reage energicamente.
“Não me diga uma coisa dessas”, diz ele. “Eu sou dono de muito mais do que jamais serei capaz de gastar!”
Para prová-lo, ele abre o testamento e lê: “Ao meu querido filho Carlos deixo em herança minhas propriedades, meus títulos e minhas ações no mercado, minhas contas bancárias, todos os meus bens”.
Veja, Carlos está completamente satisfeito com o texto do testamento. Ele possui uma cópia e a carrega consigo — mas ele jamais usufruiu o que reza o testamento, nunca o submeteu à comprovação de legitimidade, nunca requereu seus direitos à herança. Na prática, ele não recebeu nada. A única coisa que ele possui é o texto do testamento.
Dessa mesma forma, um cristão pode tornar-se especialista no livro de Efésios, e não se dar conta que é espiritualmente magro e faminto, pálido e fraco, e que está vestido de trapos. Se algum pastor ou evangelista sugerir que ele poderia encontrar-se num estado espiritual mais próspero, talvez ele se enfureça.
“Não fale comigo desse jeito”, talvez ele diga. “Não está escrito que eu fui aceito no Amado? E que eu tenho tudo em Cristo? E Deus não é meu Pai, e eu não sou herdeiro de Deus?!”
Quantos de nós somos assim, manquejando em nosso solitário e esfarrapado caminho mundo a fora? Uma coisa é possuir o texto do testamento — outra coisa é tomar posse das riquezas. A vontade de Deus é uma coisa, outra coisa é possuir, experimentar na prática a vontade de Deus.
Uma ilustração do A.T.
Deus julgou por bem conceder-nos uma poderosa ilustração da necessidade de iluminação divina, uma experiência de transformação sobrenatural e entendimento do despertamento, da ressuscitação, da vivificação da alma. Ela se encontra na descrição da maneira como o sumo sacerdote de Israel se dirigia para o Santo dos Santos. O primeiro lugar estabelecido por Deus era o Pátio Exterior, que não possuía nenhum telhado nem cobertura. Quando o sacerdote estava ali, ele trabalhava com o auxílio da luz natural do sol.
Depois, passava pelo véu para entrar no Santo Lugar. Ali não havia luz natural, havia uma luz artificial, mantida acesa pelos próprios sacerdotes.
Mais além, estava o Santo dos Santos, onde não havia nem luz natural nem luz artificial. Ali havia apenas a Shekinah, a glória, a luz sobrenatural de Deus, que brilhava do propiciatório. Quando o sacerdote entrava no Santo dos Santos, não havia nada humano em que ele pudesse apoiar-se. O intelecto não fazia nenhuma diferença. Não havia ali nenhuma luz eclesiástica, nem havia nenhum pregador vestido a caráter, com voz característica.
Pense nesse homem, escolhido para ministrar como sumo sacerdote naqueles dias. Ele entrou no Santo dos Santos, sabendo que o Deus que criou os céus e a terra habitava no fogo entre as asas dos querubins. Ele sabia que isso era o Deus grande e vivo, com Suas centenas de atributos e o Seu Ser infinito, ilimitado. Esse homem, um ser humano, sabia que Deus habitava ali e que, como sacerdote, ele estava se achegando a essa Presença.
No Átrio Exterior, havia uma luz que vinha de cima para ajudá-lo. Isso pode representar nossa igreja e denominação — as coisas naturais das quais muitas vezes dependemos.
Avançando para o Santo Lugar, ainda havia a luz artificial, e ela talvez possa representar a nossa teologia.
Mas ele tinha de avançar até que não mais houvesse luz natural nem artificial — apenas o brilho sobrenatural! Ali, naquela Presença, ele não tinha nada que lhe inspirasse confiança, a não ser o caráter de Deus, nada que o protegesse, a não ser o sangue que ele estava apresentando.
Além do mais, ele estava completamente sozinho. Nenhuma outra pessoa podia entrar com o sacerdote. Os seus ajudantes podiam auxiliá-lo a abrir os véus, mas depois eles tinham de retroceder, desviando os olhos. Unicamente o sumo sacerdote, com o sangue, podia entrar naquele lugar, o mais santo de todos. Sem a proteção do sangue, ele seria queimado como uma folha no fogo. Não havia segurança humana, nenhum auxílio nem conselho humano. Não havia nenhum outro ser humano que pudesse animá-lo, ninguém para mostrar-lhe o texto, ninguém para ajudar. Ele estava completamente sozinho — mas ele tinha o caráter de Deus para lhe dar segurança!
Precisa ser sozinho
Irmãos, quando por fim tivermos nosso encontro com Deus, isso terá de acontecer sozinhos, nas profundezas do nosso ser. Estaremos sozinhos, mesmo se estivermos rodeados por uma multidão. Deus tem de retirar cada um de entre a multidão, e marcar a ferro quente um por um, separadamente. Isso é algo que Deus não faz por nós aos grupos, só individualmente.
Se for necessária uma multidão para você converter-se, então você ainda não é convertido! Se for necessária uma multidão para conduzi-lo à plenitude do Espírito Santo, você ficará desapontado.
Eu sei que as pessoas não querem ficar sozinhas com Deus, mas para o seu coração desejoso encontrar a água viva, vai ter que ser sozinho. Nós humanos queremos ajudar uns aos outros e isso é bom enquanto pudermos fazê-lo, mas Deus quer que avancemos em direção à Sua Presença onde não existe nenhuma ajuda natural nem artificial. Nossas denominações têm seu lugar, mas não podem ajudar-nos nesse assunto de nos achegarmos sozinhos. Deus exige que venhamos com intenção pura e simples até Ele. Nós precisamos desejar o próprio Deus — e nada mais!
Quando nos apresentamos a Ele dessa forma, temos a bendita certeza de que o próprio Deus remove todos os empecilhos prescritos pela lei para termos acesso a Ele. É fato firme e gloriosamente estabelecido que Jesus Cristo removeu todos os empecilhos estabelecidos pela lei!
Existem muitas razões legais por que eu não deveria ir para o céu. Existem razões governamentais por que eu não deveria ir para o céu. Eu creio que um Deus santo precisa governar o Seu universo de acordo com uma lei santa — e o céu não me diz respeito, porque eu transgredi todas as leis santas de uma forma ou de outra. Por isso, é necessário haver uma redenção, uma justificação de algum tipo se eu de alguma forma for pertencer a Deus e Ele a mim.
Graças a Deus, isso foi feito! A linguagem do Novo Testamento é tão clara quanto é possível ser — em Jesus Cristo, e por meio da Sua morte e ressurreição, todo empecilho legal foi tratado e removido. Não existe nada que possa impedir você senão você mesmo — nenhuma razão por que não possamos penetrar todas as profundezas da plenitude de Deus!
Aqui eu preciso voltar a dizer — muita gente está fazendo seus planos para ver como pode entrar. A única maneira de entrar é crer nele, com o coração, para sempre, invocando-O e buscando-O com sincero propósito de amor! Vem a hora quando tudo o que podemos fazer é crer em Deus — crer aquilo que Ele diz, crer nele e amá-lo!
Pensar não é suficiente
Nesta esfera, o processo do raciocínio não é suficiente. O grande Deus Todo-Poderoso que enche o universo e transborda na imensidão não pode jamais ser envolvido por essa pequena coisa que chamamos de nosso cérebro, nossa mente, nosso intelecto — nunca, nunca, nunca! Jamais estaremos à altura de encarar Deus por meio daquilo que conhecemos e por meio do que somos, mas unicamente pelo amor e pela fé nós somos elevados para O conhecer e adorar!
Você sabe o que é um vácuo — é um lugar vazio, onde não existe nada, nem mesmo ar! Sabemos que a natureza detesta o vácuo, e a não ser que ele esteja rodeado de um revestimento firme de alguma forma, o ar ou a água ou algum outro elemento se precipitará para dentro dele e o preencherá. Deve alegrar-nos saber que o reino de Deus também detesta o vácuo — e quando você está vazio de si mesmo, o Deus Todo-Poderoso invade você!
Alguém escreveu o seguinte:
Atraído pelo amor
do meu Redentor,
Eu O sigo com presteza;
Atraído da terra
para as coisas lá de cima,
Atraído para fora
de mim mesmo, enfim.
Atraído para fora de mim mesmo, enfim! Um dos nossos maiores problemas é não estarmos prontos para fazer essa confissão. Se não tivermos sido atraídos da terra para as coisas lá de cima, como é que podemos ser atraídos para fora de nós mesmos para nos perdermos em Deus? Que momento feliz é aquele quando somos atraídos para fora de nós mesmos, e nesse vácuo se precipita a bendita Presença. Nossa sujeição a Ele ocorre apenas por causa do nosso amor por Ele e nossa rendição à Sua vontade ocorre unicamente para o Seu prazer, pois Ele deseja ser amado e servido dessa forma, e o merece!
A coisa maravilhosa sobre o convite do Espírito Santo de Deus é que Ele não diz coisas diferentes para pessoas diferentes. O Espírito Santo não diz duas coisas — Ele diz uma coisa só! Ele diz a mesma coisa a todos os que prestam atenção a Ele.
Ele diz: “Derramem-se! Entreguem-se a Mim! Esvaziem-se! Tragam seu vaso de barro vazio! Venham com humildade de criança!”
Atraído para fora de você mesmo pelo Espírito Santo — pois quem é que conhece as coisas de Deus senão o Espírito Santo? Arrancado da lama do seu próprio ego, de forma que pare de pensar que você é alguém, por fim você é liberto de si mesmo e busca Deus unicamente por Ele mesmo.
Pense naquela mulher pequenina séculos atrás, que se comprimiu no meio da multidão em direção a Jesus. Ele estava comprimido de todos os lados pela multidão. Mas uma mulher pequenina e fraca desconsiderou todos aqueles empurrões e apertos e, como se o Salvador e ela estivessem inteiramente a sós, ela tocou a orla da Sua veste — e foi curada!
Jesus voltou-se e disse: “Quem me tocou?” Os que estavam à Sua volta responderam: “Que pergunta tola. Tu estás no meio de uma multidão que se aperta e empurra, e perguntas: ‘Quem me tocou?’” Mas Jesus disse: “Eu só perguntei quem me tocou com fé. Quem me tocou com amor?” Havia muitos que O empurravam — mas essa mulher de fato O havia tocado com fé e amor e assombro — e ela foi curada.
Em nossos dias, ainda existem as multidões e as reuniões e oportunidades para nos aproximarmos de Jesus com fé e amor simples. Mas temos reuniões em que as pessoas se deleitam na multidão — e desconsideram o Senhor. No meio das nossas assembleias, será que Jesus não está sempre aguardando por alguém que não leva em consideração a multidão e as circunstâncias e as tradições — e que avança no meio da multidão em amor e fé para tocá-lo para ser por Ele curado?
Oh, volte à Palavra de Deus e considere como estavam sedentos do próprio Deus os Seus amigos! A grande diferença entre nós e Abraão e Davi e Paulo é que eles buscaram a Deus e O encontraram e continuaram buscando-O e encontrando-O e procurando-O continuamente!
Nós O aceitamos — e não mais O procuramos; e essa é a diferença!
No Cântico de Salomão, no Antigo Testamento, encontramos a interessante história da jovem que está profundamente apaixonada por um jovem pastor. Ela é tão linda, que um rei sente-se atraído por ela e a galanteia, mas ela continua leal ao humilde pastor, seu amor, que colhe lírios cobertos do orvalho da noite e vem buscá-la e a chama pelas frestas da parede. De várias formas, essa é uma figura do Senhor Jesus, o Pastor; Seu amor e cuidado por Sua noiva, a Igreja; e o mundo representado pelo rei que solicita nosso amor.
Nas palavras bíblicas, o pastor chama: “Levanta-te, querida minha... Porque eis que passou o inverno, cessou a chuva e se foi... e a voz da rola ouve-se em nossa terra” (Ct 2.10-12).
Mas ela o manda embora dando desculpas sobre o unguento das suas mãos e que ela já se recolheu para dormir. Ele vai embora triste. Mas ela se sente culpada e se levanta da cama para procurar seu pastor amado. Quando não consegue encontrá-lo, ela pede ajuda. Seus amigos lhe perguntam: “Que é o teu amado mais do que outro amado, que tanto nos conjuras?” (Ct 5.9b).
“Oh! ele é totalmente desejável!”, ela replica. “Ele veio e me chamou. Eu ouvi, mas não estava disposta a ir. Agora é que sei o quanto perdi e preciso encontrá-lo.”
Por fim, ela consegue admitir: “Eu encontrei o amado da minha alma!” Ele estava sentido, mas não estava distante dali. Assim também acontece com o nosso Amado — Ele está bem perto de nós e aguarda que O busquemos!
Oh, um coração que está sempre anelando encontrar Aquele a quem ama é muito melhor do que o coração que se acomodou ao pouco que já conhece!
As minhas ovelhas ouvem a minha voz; eu as conheço, e elas me seguem (Jo 10.27).
Ao homem que teme ao SENHOR, Ele o instruirá no caminho que deve escolher (Sl 25.12).
Aplica-te ao estudo da Palavra.
Buscai o SENHOR enquanto se pode achar, invocai-o enquanto está perto (Is 55.6).
Onde está, ó morte, o teu aguilhão? (1Co 15.55)
Orar bem é estudar bem.
Seca-se a erva, e cai a sua flor, mas a palavra de nosso Deus permanece eternamente (Is 40.8).
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Em tudo dai graças (1Ts 5.18).
Ao homem que teme ao SENHOR, ele o instruirá no caminho que deve escolher (Sl 25.12).
Elevo os olhos para os montes: de onde me virá o socorro? O meu socorro vem do SENHOR, que fez os céus e a terra (Sl 121.1-2)
A vereda dos justos é como a luz da aurora, que brilha mais e mais até ser dia perfeito (Pv 4.18)
Deus tudo vê
Não temais, pequenino rebanho.
