
Ou Deus ou eles precisam mudar!
George Lawson, 1821
("Uma exposição prática do Livro de Provérbios")
Foge da presença do homem insensato, porque nele não divisarás lábios de conhecimento (Pv 14.7).
Não devemos, de caso pensado, nos ajuntar à companhia dos insensatos. Mas, se, por desconhecermos o caráter deles, fizermos isso, não devemos continuar na companhia deles, para não sermos corrompidos pela sua conduta insensata. Nós somos parecidos com aqueles cuja companhia frequentamos – ou em breve seremos como eles. As más companhias ofuscarão nossas ideias sobre a perversidade do pecado e corromperão nossa própria moral e caráter.
Os crentes mornos, que talvez sejam as companhias menos perigosas, nos contaminarão com a sua mornidão se tivermos prazer em frequentar sua companhia.
Quando devemos deixar a companhia de uma pessoa insensata? Tão logo percebermos que nos lábios dela não se encontra o conhecimento. Assim como as árvores se dão a conhecer pelos frutos que produzem, assim as pessoas se dão a conhecer por meio de suas palavras e sua maneira de proceder. Mas elas se dão a conhecer mais rapidamente por suas palavras, que são o mais abundante e fácil produto do coração.
Não devemos considerar as pessoas como insensatas sem termos disso evidências – mas as palavras profanas e insensatas procedem da insensatez que existe no coração. Uma pessoa piedosa, do bom tesouro de seu coração, tira coisas boas – mas uma pessoa má, do mau tesouro de seu coração, tira coisas más.
O mandamento de Provérbios 14.7 deveria infundir terror nos ímpios, visto que, se Deus não permite Seus redimidos frequentarem a companhia deles aqui na terra, não se pode supor que Ele os admita em Seu lar eterno no céu. Para serem admitidos no céu, ou Deus ou eles precisam mudar!
As minhas ovelhas ouvem a minha voz; eu as conheço, e elas me seguem (Jo 10.27).
Ao homem que teme ao SENHOR, Ele o instruirá no caminho que deve escolher (Sl 25.12).
Aplica-te ao estudo da Palavra.
Buscai o SENHOR enquanto se pode achar, invocai-o enquanto está perto (Is 55.6).
Onde está, ó morte, o teu aguilhão? (1Co 15.55)
Orar bem é estudar bem.
Seca-se a erva, e cai a sua flor, mas a palavra de nosso Deus permanece eternamente (Is 40.8).
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Em tudo dai graças (1Ts 5.18).
Ao homem que teme ao SENHOR, ele o instruirá no caminho que deve escolher (Sl 25.12).
Elevo os olhos para os montes: de onde me virá o socorro? O meu socorro vem do SENHOR, que fez os céus e a terra (Sl 121.1-2)
A vereda dos justos é como a luz da aurora, que brilha mais e mais até ser dia perfeito (Pv 4.18)
Deus tudo vê
Não temais, pequenino rebanho.
