
Perfeição espiritual - o que é isso?
A. W. Tozer
“A esse respeito temos muitas coisas que dizer e difíceis de explicar, porquanto vos tendes tornado tardios em ouvir” (Hb 5.11).
Você já se viu falando com alguém que não entedia alguma palavra sua, alguém que não conhecia a sua linguagem? Por mais sério que você fale, essa pessoa apenas chacoalha a cabeça e talvez diga alguma coisa em resposta, tentando comunicar: “Eu não consigo entender você”.
Bem, essa é a razão por que é tão difícil. O escritor aos Hebreus está dizendo que tem muitas coisas para dizer; mas está falando uma linguagem e eles entendem outra. “A esse respeito temos muitas coisas que dizer e difíceis de explicar, porquanto vos tendes tornado tardios em ouvir. Pois, com efeito, quando devíeis ser mestres, atendendo ao tempo decorrido, tendes, novamente, necessidade de alguém que vos ensine, de novo, quais são os princípios elementares dos oráculos de Deus; assim, vos tornastes como necessitados de leite e não de alimento sólido” (Hb 5.11-12). Quero chamar sua atenção para a expressão “vos tornastes como”. Eles não eram assim; mas tornaram-se “como necessitados de leite e não de alimento sólido” (5.12b). Eles retrocederam e voltaram ao estado infantil depois de haverem, sem dúvida, crescido um tanto. “Ora, todo aquele que se alimenta de leite”, ele explica, “é inexperiente na palavra da justiça, porque é criança. Mas o alimento sólido é para os adultos, para aqueles que, pela prática, têm as suas faculdades exercitadas para discernir não somente o bem, mas também o mal” (5.13-14). Ele diz que devemos pôr de lado os princípios elementares, ou seja, as instruções básicas da fé cristã. Temos de colocá-las de lado, mas não deixá-las para trás. Não devemos deixá-las como alguém que deixa uma casa para entrar em outra, ou como quem deixa uma cidade para ir a outra. Temos de deixá-las de lado como o construtor de uma casa deixa o fundamento e constrói dali para cima. Se for uma edificação como alguns arranha-céus, os construtores se afastam bastante dos fundamentos, quando alcançam trinta, quarenta ou cinquenta andares. Eles deixaram de lado os fundamentos, não é que renunciaram aos fundamentos, mas se apartaram construindo sobre eles. Ora, é isso que o homem de Deus está dizendo.
Quais são esses princípios elementares que devemos deixar? Ele os cita, para não haver mal-entendidos. Ele diz: “arrependimento, fé, batismos, e imposição de mãos, e a ressurreição dos mortos, e o juízo eterno” (6.1-2). Esses são os princípios elementares iniciais da doutrina e nós temos de deixá-los como um construtor deixa os fundamentos e segue a construção para o alto. “Não lançando de novo o fundamento”, diz ele. A estrutura tem de apoiar-se no fundamento, não importa o quanto se erga o edifício nas alturas.
Ele repousa no fundamento de Cristo — naquilo que Ele é, e no arrependimento e na fé nEle; no batismo no corpo de Cristo; na futura ressurreição dos mortos e no juízo que há de vir. Essas são doutrinas básicas da fé, nas quais repousamos e, não importa o quanto avancemos na fé cristã, nunca jamais as renunciaremos. Elas estão firmes como o fundamento sobre o qual construímos.
O problema era que os hebreus nunca tinham avançado além do fundamento. E essa preocupação que se atém à verdade elementar é, também, característica dos evangélicos de hoje. Inversamente, a ignorância da verdade cristã é o que caracteriza os liberais. Mas o que caracteriza a média das igrejas é a preocupação exclusiva com os princípios elementares e iniciais. E o autor da carta aos Hebreus nos diz que é isso o que nos mantém bebês a vida toda.
Vamos, primeiro, examinar a metáfora do bebê e do leite. É possível estacionar na infância, ter o crescimento suspenso e ficar nisso a vida toda. Repare as características de um bebê — são maravilhosas num bebê, mas terríveis numa pessoa que chega aos dezoito ou vinte anos.
Em primeiro lugar, um bebê não consegue concentrar-se em nada por muito tempo. Ele perde o interesse com a maior facilidade. Ele grita, berra e reclama quando quer alguma coisa, alegra-se quando a ganha e, dezenove segundos depois, joga fora e procura outra coisa. Isso é típico de um bebê, e é a maneira que Deus quer que os bebês sejam. Mas ele não pretende que o pai do bebê seja dessa forma, nem a mãe do bebê — nem mesmo a irmãzinha de sete anos dele. Isso é típico de um bebê, e também é característico daqueles que se tornaram cristãos, cristãos autênticos, e então estacionaram e pararam de desenvolver-se. Eles são incapazes de se dedicarem a exercícios espirituais. Não conseguem orar por muito tempo e não conseguem meditar. Na verdade, fazem troça dessa ideia de meditação. Eles acham que isso era próprio talvez para Tomás de Aquino. Assim também com a leitura da Bíblia, eles não se dedicam muito a isso — como também a nada que exija disciplina e maturidade.
Uma segunda coisa a respeito do bebê é que ele se preocupa com coisas simples, coisas elementares. Você jamais falaria com um bebê sobre o existencialismo ou sobre a guerra fria. O bebê está satisfeito com meia dúzia de coisas pequeninas; é suficiente comer, ficar quentinho e seco, e manter a mamãe à distância segura de um grito. Isso é tudo o que interessa ao bebê.
Há cristãos que crescem e não têm apetite por nada que seja espiritualmente mais avançado. Eles estão preocupados com as suas primeiras lições. A igreja comum é uma escola com apenas uma série — a primeira. Esses cristãos não têm expectativa de ir além disso, e não querem ouvir por muito tempo alguém que deseja que eles avancem além do lugar onde estão. Se o pastor deles insiste que façam as lições de casa e se preparem para a próxima série, eles começam a orar para que o Senhor chame “o nosso querido irmão” para algum outro lugar. Quanto mais o odeiam, tanto mais ênfase eles dão às palavras “o nosso querido irmão”. Tudo o que ele está fazendo é tentar prepará-los para outra série da escola, mas essa igreja se dedica à primeira série apenas, e é na primeira série que ela haverá de ficar.
Paulo disse que alguns deles tinham passado para a segunda série, mas desistiram: “É difícil demais aqui”, disseram, e voltaram à primeira série.
“Há quantos anos você está na primeira série, menino?”
“Há doze anos.”
Bem, por quanto tempo você está ouvindo a mesma verdade e escutando a mesma doutrina? Você tem de nascer de novo e haverá um julgamento, e assim por diante. Embora isso seja verdade e não devemos nos afastar disso, temos de usar essas coisas para avançar. Mas isso é o que não fazemos. Há gerações inteiras de cristãos que não passam da primeira série. Eles aprendem a ler a Bíblia à luz dessas coisas. Para eles, nada na Bíblia significa algo além desse estágio elementar. Eles participam de conferências bíblicas dedicadas à primeira série da vida cristã, são escolas bíblicas dedicadas à arte de continuar na primeira série. De minha parte, quero um pouco de ambição, um pouco de ambição espiritual. Paulo disse: “...esquecendo-me das coisas que para trás ficam ... prossigo para o alvo” (Fp 3.13-14). Aqui estava um homem que não se contentava com a primeira série.
Outra coisa a respeito do bebê é o tanto que ele deseja entretenimento. Ele gosta de diversão. Quanto ando de ônibus, delicio-me ao ver um bebê olhando por sobre o ombro da mamãe. Se a mamãe me vê, tento ficar sentado tão dignamente quanto possível. Mas se apenas o bebê me vê, começo a fazer coisas que o instigam, e geralmente passamos bons momentos nisso. Por fim, a mãe percebe a coisa e vira o bebê pra frente, e fica pensando quem será esse velhinho ali atrás. Bem, eu não queria de forma alguma machucar o bebê; acontece que ele gosta de ser instigado. Nem é preciso gastar cem dólares para fazer isso. Você consegue fazê-lo meramente agitando os dedos ou olhando por entre os dedos para o bebê.
Da mesma forma que os bebês gostam de ser instigados, assim também a busca por entretenimento religioso é evidência de que estacionamos na primeira série. Continuamos a ser crianças e assim vamos permanecer. As crianças precisam de brinquedos e precisam de novidades e de vez em quando precisam de novos coleguinhas para brincar. E a Igreja é desse jeito.
O entretenimento religioso corrompeu de tal forma a Igreja de Cristo, que milhões de pessoas não sabem que isso é uma heresia. Há milhões de evangélicos pelo mundo todo que se devotam ao entretenimento religioso. Eles não sabem que isso é tão heresia quanto usar um rosário ou usar água benta ou algo do gênero. Expôr esse assunto, sem dúvida, acarretará um turbilhão de protestos furiosos entre as pessoas.
Um empresário cristão, certa vez, me perguntou: “Irmão Tozer, eu não idolatro você; mas eu o sigo e creio no que o irmão diz. O que eu gostaria de saber é por que tanta gente gosta de você mas não entende o que você fala”. Eu respondi: “Meu irmão, eu já desisti de tentar entender; eu não sei por que isso acontece”. Mas essa é a verdade. Tão logo as pessoas imaginem que você está, de alguma forma, ameaçando o amor ao entretenimento religioso, acabam com você na mesma hora.
Certo homem escreveu um artigo para me rebater. Ele disse que eu aleguei que o entretenimento religioso era errado, e então acrescentou: “Você não acha que toda vez que entoa um hino, isso não é entretenimento?” Toda vez que você canta um hino? Eu não tenho idéia de como esse amigo consegue encontrar o caminho de casa à noite. Ele deveria fazer uso do serviço de um cão-guia e de alguém com uma bengala branca para levá-lo para casa!
Quando você eleva os olhos a Deus e canta “Reparte Tu comigo, amado Senhor, o pão da vida” — isso é entretenimento, ou é adoração? Não existe uma diferença entre adoração e entretenimento? A igreja que não consegue adorar tem de ser entretida. E os homens que não conseguem levar a igreja a adorar precisam mesmo providenciar entretenimento. É por isso que temos em nosso meio, hoje, a grande heresia evangélica — a heresia do entretenimento religioso.
Existe ainda uma outra característica da imaturidade — uma criança não consegue nem ler nem apreciar literatura avançada, mesmo quando chega a cinco ou seis anos de idade. Ela chegará em casa e fará você sentar-se, ela vai ler o livro todo, mas tudo o que vai dizer é “Eu vi um gato e o gato era branco”. Você sabe como é, não tem nada demais nisso. Não é nada profundo. Se ela não avançar além disso, você vai sentir-se muito mal em relação a seu filho. No início, quando ele chega em casa e diz: “Mamãe, papai, escutem, eu vou ler”, não importa o que você está fazendo ou o que está queimando no fogão, ele agarra você e o faz sentar e começa a ler. Ele consegue ler! Isso enche você de orgulho! Ele consegue ler, que maravilha! Você nunca pensou que ele começasse, mas ali está ele, lendo; agora ele consegue ler o livro todo. Nós nunca percebemos o quão bobos ficamos com esses progressos dos nossos filhos! Mas em todo caso, eles estavam lendo.
Imagine que dali a dez anos ele venha de novo — agora ele está com dezessete anos — e diga: “Mamãe, papai, eu sei ler: ‘O gato é vermelho’.”
Você diria ao seu marido ou à sua esposa: “Eu acho que devemos fazer alguma coisa por esse menino. Acho que devemos levá-lo a algum lugar especializado”.
Foi exatamente por isso que o Espírito Santo escreveu o livro aos Hebreus. Ele disse: “Vamos acabar com isso”. Por que marcar passo e permanecer eternamente absorto com as coisas elementares da religião? Nós justificamos tudo pela mera repetição de “Você tem de nascer de novo”. Fazemos todo e qualquer tipo de show e dizemos: “Agora, você tem de nascer de novo” — os princípios elementares o tempo todo. O Espírito Santo diz: “Por isso, deixando os rudimentos da doutrina de Cristo, prossigamos até à perfeição, não lançando de novo o fundamento do arrependimento de obras mortas e de fé em Deus” (6.1) e assim por diante, mas “prossigamos até a perfeição”.
Agora, como é que podemos prosseguir, como podemos avançar?
A perfeição significa maturidade. Da mesma forma que, quando o seu filho chega aos vinte e um anos, conclui a faculdade, é saudável, bem criado e educado, e você está orgulhoso desse tremendo garoto. O que aconteceu é que ele amadureceu, só isso. Mas ele não é perfeito. Entre no quarto dele pela manhã e veja se consegue avistar ali algo naquele ambiente que seja perfeito. Ele trocou a roupa e as calças ficaram num canto e os sapatos noutro canto. Ele não é perfeito; mas está maduro. Ele chegou à maturidade, e você está contente. Você se sente bem e, se é cristão, agradecerá a Deus que o seu menino cresceu, é honesto, e maduro, e saudável.
É isso que o Espírito Santo está dizendo. Ele não está Se referindo a um santo de cera, sem nenhum átomo de imperfeição, sem nenhuma sarda em sua alma. Ele está-Se referindo ao amadurecimento em Deus. Cresça em Deus de forma que você não mais seja um bebê, precisando ser entretido com os princípios fundamentais. Você está agora crescendo em Deus, tornando-se um cristão forte, aprendendo a carregar fardos pesados no Espírito Santo, a orar com eficácia, a sofrer com o mundo e com a igreja, e a carregar a cruz.
Como vou lidar com esse assunto? Deixe-me dar algumas sugestões:
A primeira sugestão é dispôr a mente, ou seja, tomar uma decisão. Ao decidir, você não consegue salvar a si mesmo, mas você pode decidir ser salvo e pode dispôr a mente, depois de ter sido salvo, a avançar com Deus. Enquanto não dispusermos a mente, Deus não trabalhará conosco. Ou, se o fizer, nos levará a dispôr a mente. Disponha-se, decida-se. Junte as pontas soltas e fique pronto.
Quando um jovem é convocado pelo exército, ele recebe uma pequena carta — belamente trabalhada, fraternal, com belas palavras — mas de fato ela significa uma só coisa: “você está convocado”. Antes que esse jovem vá, ele arruma o quarto e se encontra pela última vez com a namorada e vai uma última vez ao seu local predileto, fala com os companheiros e diz: “Tudo bem, vejo vocês daqui a dois anos”. E assim está pronto. Ele faz as despedidas e fica pronto.
O cristão tem de preparar a mente para avançar com Deus e crescer em Deus e aprender as profundas e as elevadas e as sublimes coisas de Deus. Ele tem de dizer a si mesmo: “Já gastei tempo demais no jardim da infância. Já fui cristão do jardim de infância por tempo suficiente. Eu quero crescer até saber o que é que Deus está dizendo e conhecer as elevadas e as sublimes coisas do Espírito Santo”.
A segunda coisa é deixar de lado as coisas que não se assemelham a Cristo. Ponha de lado hábitos e atos impuros, silencie dentro de você desejos que não se assemelham a Cristo, ponha de lado planos que não vêm dele, e livre-se de empecilhos e pensamentos e hábitos mentais perniciosos.
A terceira coisa é envolver-se com as Escrituras, a Palavra de Deus. Esse Livro de Deus é algo poderoso, verdadeiramente poderoso. Se você a lê, ela desperta você e o incita a progredir. Quando cantamos: “Reparte Tu o pão da vida”, estamos orando para que Deus nos dê entendimento das Escrituras. E então, avançando um pouco mais em seu significado místico, cantamos: “Senhor, ao participarmos da comunhão, reparte Tu o pão comigo”. É a mesma coisa. Envolva-se, então, com as Escrituras. Não leia apenas um capítulo uma vez ou outra, mas leia até que a Palavra aqueça o seu coração. Leia até que ela comece a falar com você. Na verdade não lemos nada, enquanto as Escrituras não comecem a falar conosco. Nós só achamos que lemos, antes disso, mas de fato não lemos nada. Por isso, envolva-se com as Escrituras. Providencie um bom exemplar da Bíblia, alguma versão básica, confiável, para manter sempre à mão e estudar[1].
A quarta coisa é tomar a sua cruz. Aprenda a sofrer por amor do Senhor, por pouco que seja. A razão por que os comunistas aos poucos estão nos invadindo no mundo ocidental é que amamos demais o nosso conforto. [Este sermão foi pregado na década de 1960.] Eles não estão procurando conforto; o que estão procurando é a vitória.
Um amigo meu resolveu encontrar-se com um líder comunista de um pequeno grupo, num quartel-general comunista, de onde expediam literatura. “Entre, Reverendo, e sente-se”, disse o comunista. Meu amigo entrou e sentou-se. “Nós somos comunistas”, disse ele, “você sabe disso, e você é um ministro. É claro que há diferenças enormes entre nós dois. Mas”, disse ele, “eu quero lhe dizer uma coisa. Nós aprendemos as nossas técnicas do seu Livro de Atos dos Apóstolos”. “Nós aprendemos como vencer e conquistar bem ali no seu livro de Atos”, disse ele. E continuou: “Vocês que creem na Bíblia se desvenciliaram dos métodos da Igreja primitiva, e nós que não cremos nela os adotamos, ... e eles estão funcionando”.
Qual era o método? É um método muito simples, esse da igreja primitiva. Era sair para testemunhar, dar tudo ao Senhor e entregar-se totalmente a Deus e carregar a cruz, assumir as consequências. O resultado foi que nos primeiros cem anos de Igreja Cristã todo o mundo conhecido havia sido evangelizado. Nós não ficamos sabendo disso agora porque nossos missionários o estão dizendo, ou porque eles dão essa impressão, que há lugares do mundo que não foram evangelizados. Cada parte do mundo conhecido tinha sido evangelizada cerca de cem anos depois da ressurreição do nosso Senhor.
A próxima coisa é concentrar-se em Cristo, pôr o seu foco no Senhor Jesus Cristo.
Mostra-me a Tua face,
Um breve brilho do amor divino.
E jamais eu vou pensar ou sonhar
Outro amor que não o Teu.
Abra o coração ao Espírito Santo, e eu estou certo que Deus o receberá e tomará conta de você. E lembre-se: isso não é um luxo, uma extravagância. É uma necessidade que deixemos de lado os primeiros fundamentos e que abandonemos a infância e avancemos para Deus; isso é uma necessidade básica. “É impossível, pois, que aqueles que uma vez foram iluminados, e provaram o dom celestial ... e caíram, sim, é impossível outra vez renová-los para arrependimento” (Hb 6.4,6a).
Dessa forma, esta doutrina, este ensino, esta exortação do Espírito Santo para deixar os princípios elementares e avançar para a perfeição não se destina a fazer santos especiais. Destina-se a produzir santos de todo tipo, o que é a mais básica necessidade da vida cristã.
[1] O Autor sugere a King James, em inglês; essa versão, agora, existe também em português. Outras versões muito boas em nossa língua são a Atualizada e a Corrigida, da Sociedade Bíblica do Brasil, e a Tradução Fiel da Sociedade Bíblica Trinitariana do Brasil.
As minhas ovelhas ouvem a minha voz; eu as conheço, e elas me seguem (Jo 10.27).
Ao homem que teme ao SENHOR, Ele o instruirá no caminho que deve escolher (Sl 25.12).
Aplica-te ao estudo da Palavra.
Buscai o SENHOR enquanto se pode achar, invocai-o enquanto está perto (Is 55.6).
Onde está, ó morte, o teu aguilhão? (1Co 15.55)
Orar bem é estudar bem.
Seca-se a erva, e cai a sua flor, mas a palavra de nosso Deus permanece eternamente (Is 40.8).
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Em tudo dai graças (1Ts 5.18).
Ao homem que teme ao SENHOR, ele o instruirá no caminho que deve escolher (Sl 25.12).
Elevo os olhos para os montes: de onde me virá o socorro? O meu socorro vem do SENHOR, que fez os céus e a terra (Sl 121.1-2)
A vereda dos justos é como a luz da aurora, que brilha mais e mais até ser dia perfeito (Pv 4.18)
Deus tudo vê
Não temais, pequenino rebanho.
