Literatura para uma vida cristã sadia

Por que alguns cristãos são malquistos - A. W. Tozer

Por que alguns cristãos são malquistos

A. W. Tozer

 

Algumas vezes nós, cristãos, sofremos resistência e perseguição por razões outras que a nossa piedade. Agrada-nos pensar que é nossa espiritualidade que irrita as pessoas, quando, na realidade, pode bem ser a nossa personalidade.

É verdade que o espírito deste mundo se opõe ao Espírito de Deus; aquele que nasceu da carne sempre haverá de perseguir aquele que nasceu do Espírito. Mas feitas todas as concessões, permanece a verdade que alguns cristãos se metem em dificuldades por causa das faltas que cometem, em vez de ser por causa da sua semelhança com o caráter de Cristo. Deveríamos admitir isso e tomar as providências necessárias. Não conseguiremos nenhum benefício tentando esconder atrás de um versículo nossas desagradáveis e irritantes características.

Um dos estranhos fatos da vida é que pecados grosseiros muitas vezes são menos ofensivos e chamam menos atenção do que pecados mais “espirituais”. O mundo pode tolerar um beberrão ou um glutão ou um vaidoso sorridente, mas se voltará em fúria selvagem contra o homem de vida religiosa exterior que é culpado desses pecados refinados, que ele mesmo não reconhece como pecados, mas que podem ser muito mais perversos do que os pecados da carne.

Nossos atos são tão mais poderosos quanto mais perto estiverem do coração. Por essa razão, os pecados do espírito são mais iníquos do que os do corpo. Isso fica claramente ilustrado pela atitude de nosso Senhor para com essas duas espécies de pecado e as correspondentes duas classes de pecadores. Ele foi o amigo dos publicanos e das prostitutas e o inimigo dos fariseus.

Todo pecado é pernicioso e será fatal para a alma se não for perdoado e purificado. Mas quanto à intensidade da iniquidade, os pecados do espírito ocupam uma classe exclusiva. Contudo, são exatamente esses os pecados que com mais probabilidade serão cometidos pelos religiosos.

O pecador descuidado se expressa abertamente, e dessa forma “libera” a tensão moral; o pecador religioso não age assim. Ele desaprova os atos externos de impiedade e empurra o seu pecado para dentro, para o santuário da sua alma, onde ele permanece em estado de alta compressão. A notável falta de amabilidade de muita gente religiosa bem pode ser explicada dessa forma.

Talvez fosse um choque para alguns de nós se pudéssemos saber por que somos malquistos e por que rejeitam com tanta violência o nosso testemunho. Não seria porque somos culpados de uma profunda disposição pecaminosa que não conseguimos manter escondida? Arrogância, falta de caridade, desdém, justiça própria, esnobismo religioso, crítica — e tudo isso cuidadosamente reprimido e disfarçado com um piedoso sorriso e um bom humor artificial. Esse tipo de coisa é mais sentido do que entendido por aqueles que lidam conosco todos os dias. Eles não entendem por que razão não nos suportam, mas nós estamos certos de que a razão é a nossa elevada espiritualidade! Essa é uma perigosa maneira de se consolar. Um profundo exame do nosso coração e um prolongado arrependimento seriam bem melhores.

Mas não tomemos como certo que toda perseguição se deve às nossas faltas. Talvez o oposto seja verdade. Pode ser que nos odeiem porque antes de nos odiar já odeiam a Cristo, e, se isso for verdade, somos verdadeiramente abençoados. O fato é que não devemos tomar nada como líquido e certo. Pode ser que sejamos melhores do que pensamos ser, mas qualquer indício nessa direção não deve nos impressionar. É melhor sermos humildes.

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As minhas ovelhas ouvem a minha voz; eu as conheço, e elas me seguem (Jo 10.27).

 

 

Ao homem que teme ao SENHOR, Ele o instruirá no caminho que deve escolher (Sl 25.12).

 

 

Aplica-te ao estudo da Palavra.

 

Buscai o SENHOR enquanto se pode achar, invocai-o enquanto está perto (Is 55.6).

 

 

Onde está, ó morte, o teu aguilhão? (1Co 15.55)

 

 

Orar bem é estudar bem.

 

 

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   Em tudo dai graças (1Ts 5.18).

 

 

Ao homem que teme ao SENHOR, ele o instruirá no caminho que deve escolher (Sl 25.12).

 

 

Elevo os olhos para os montes: de onde me virá o socorro? O meu socorro vem do SENHOR, que fez os céus e a terra (Sl 121.1-2)

 

 

 

 

     

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